segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Escola Sustentável

    As Escolas Sustentáveis é um programa de educação ambiental dirigido a escolas públicas e particulares e que tem como objectivo a criação de uma cultura de sustentabilidade, a partir do fortalecimento de hábitos e comportamentos sustentáveis na escola, na família e na comunidade.

 O programa actua em duas frentes:
    A mudança de comportamento e promoção de atitudes e práticas sustentáveis entre alunos, professores, funcionários e membros da comunidade escolar.
   Promoção da melhoria dos indicadores de sustentabilidade da escola como consumo de água, consumo de energia, minimização de resíduos sólidos, ambiente escolar e biodiversidade.

    Após demonstrar um envolvimento efectivo com o programa a escola recebe uma bandeira e passa a integrar a Rede Escolas Sustentáveis.

http://escolasustentaveis.ning.com/
                                        

ONGA-Quercus


   A Quercus é a Associação Nacional de Conservação da Natureza, uma Organização Não Governamental de Ambiente (ONGA), criada em 31 de Outubro de 1985.
      É uma associação independente,  sem fins lucrativos e constituída por cidadãos que se juntaram em torno do mesmo interesse pela Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais e na Defesa do Ambiente em geral, numa perspectiva de desenvolvimento sustentado.
      Desde a sua fundação, a QUERCUS tem vindo a ocupar na sociedade portuguesa um lugar, simultaneamente irreverente e construtivo, da defesa das múltiplas causas da natureza e do ambiente.


http://www.quercus.pt/scid/webquercus/defaultCategoryViewOne.asp?categoryId=444










Cimieira do rio



    Cimeira do Rio, com o título oficial de Conferência das Nações Unidas sobre Ambiente e Desenvolvimento, teve lugar em 1992 e culminou anos de preparação de diferentes tratados e documentos na área do Ambiente.  Estes tratados ambientais eram a resposta da comunidade internacional ao crescendo de preocupações sobre tendências alarmantes no ecossistema global. A própria noção de questão ambiental global era então recente e questionava a comunidade internacional sobre os conceitos e as instituições necessárias. 
    Os primeiros relatórios do Painel Intergovernamental sobre Alterações Climáticas apontavam para a possível existência de interferência humana no clima global; as estimativas sobre a perda de biodiversidade genética eram progressivamente mais alarmantes; a desertificação crescente e a sobre-exploração dos oceanos eram crescentemente documentadas em múltiplos relatórios do Programa das Nações Unidas para o Ambiente.


http://www.apambiente.pt/index.php?ref=16&subref=81&sub2ref=119&sub3ref=494



Agenda 21

           A Agenda 21 é um programa de acção, baseado num documento de 40 capítulos, que constitui a mais ousada e abrangente tentativa já realizada de promover, em escala planetária, um novo padrão de desenvolvimento, conciliando métodos de protecção ambiental, justiça social e eficiência económica. 
       Trata-se de um documento consensual para o qual contribuíram governos e instituições da sociedade civil de 179 países num processo preparatório que durou dois anos e culminou com a realização da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento em 1992, no Rio de Janeiro. Além da Agenda 21, resultaram desse processo cinco outros acordos: a Declaração do Rio, a Declaração de Princípios sobre o Uso das Florestas, o Conivência sobre a Diversidade Biológica e a Convenção sobre Mudanças Climáticas.
http://www.ecolnews.com.br/agenda21/






Desenvolvimento Sustentável

        Desenvolvimento sustentável refere-se a um modo de desenvolvimento capaz de responder às necessidades do presente sem comprometer a capacidade de crescimento das gerações futuras. Visa melhorar as condições de vida dos indivíduos, preservando simultaneamente o meio envolvente a curto, médio e, sobretudo, longo prazo.
           O desenvolvimento sustentável comporta um triplo objectivo: um desenvolvimento economicamente eficaz, socialmente equitativo e ecologicamente sustentável.
      Em Maio de 2001, foi adoptada uma estratégia da União Europeia a favor do desenvolvimento sustentável. A estratégia foi revista em 2005, com o objectivo de lhe imprimir um novo dinamismo. A Parceria Mundial para o Desenvolvimento Sustentável, adoptada pela Comissão em 2002, conferiu-lhe uma dimensão externa  A União Europeia e os seus Estados-Membros intervêm a favor do desenvolvimento sustentável, não apenas no interior das suas fronteiras, mas também no exterior, nomeadamente no âmbito das instâncias internacionais e de certas reuniões como a Cimeira Mundial sobre o Desenvolvimento Sustentável realizada em Joanesburgo, em Setembro de 2002.
      

Protocolo de Quioto

       O Protocolo de Quioto constitui um tratado complementar à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima. Foi criado em 1997, e definiu metas de redução de emissões para os países desenvolvidos, responsáveis históricos pela mudança atual do clima.  Os países desenvolvidos,  comprometeram se a reduzir suas emissões totais de gases de efeito de estufa, no mínimo, 5% abaixo dos níveis de 1990, no período compreendido entre 2008 e 2012 também chamado de primeiro período de compromisso.´
     Os países negociaram a sua meta de redução ou limitação de emissões sob o Protocolo, em função da sua visão sobre a capacidade de atingi-la no período considerado.  O Protocolo entrou em vigor no dia 16 de Fevereiro de 2005, logo após o atendimento às condições, que exigiam a ratificação por, no mínimo, 55% do total de países-membros da Convenção e que fossem responsáveis por, pelo menos, 55% do total das emissões de 1990. Em 2012, termina o primeiro período de compromisso do Protocolo de Quioto. Os dados até então levantados revelam que é pouco provável que os países desenvolvidos consigam atingir a meta acordada.



 

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Charcos Com Vida

          A Campanha “Charcos com Vida” pretende incentivar as entidades aderentes a descobrir, valorizar e investigar os charcos e a sua biodiversidade. 
         Para tal, as entidades são convidadas a realizar um conjunto de actividades de exploração científica e pedagógica, que visam contribuir para o conhecimento da biodiversidade e importância destes habitats, bem como sensibilizar e mobilizar a comunidade escolar e local para a preservação dos charcos enquanto reservatórios de biodiversidade e laboratórios vivos.